segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

INTRODUÇÃO

Quem já não saiu de um filme instigante  louco para trocar idéias?Quem já não leu um livro que suscitou marcas e  crivos que ressaltavam frases imperdíveis?Quem já não tentou compartilhar os caminhos de Cézanne ao pintar?E quem já não derramou lágrimas solitárias ao som de uma determinada música?
Esse espaço nasce do legítimo desejo  de  exercitar a  liberdade de expressão e é, também, uma tentativa de agregação, de intercalar o prosaico às digressões a respeito da psicanálise, da  arte e da vida, com seus fatos inquietantes. Como se fossem janelas que se abrem indefinidamente, livrando as sensações do intimismo egocentrista e da solidão,  criando , dessa forma, a possibilidade de uma conjunção de ritmos, de uma confluência de palavras , que ao se encontrarem, tragam alento e novas modalidades de pensamento. Aquilo que os sentidos apreendem, demanda um para além, uma necessidade concreta de dar conta do espanto e demais afetos que são convocados diante das artimanhas do cotidiano.
Nietzsche dizia que pensar  é agir.
Freud  nos ensinou  que a palavra liberta.
A tela estará em branco para aqueles que quiserem correr riscos e aventurar-se, percorrendo os desertos que nos habitam,